RESENHA
Título: Para educar crianças feministas
Autor(a): Chimamanda Ngozi Adichie
Editora: Companhia das letras
Páginas: 96
Avaliação: 5/5⭐+💓
"Penso que é moralmente urgente termos conversas honestas sobre outras maneiras de criar nosso filhos, na tentativa de preparar um mundo mais justo para mulheres e homens."
SOBRE O LIVRO:
Após o enorme sucesso de Sejamos todos feministas, Chimamanda Ngozi Adichie retoma o tema da igualdade de gêneros neste manifesto com quinze sugestões de como criar filhos dentro de uma perspectiva feminista. Escrito no formato de uma carta da autora a uma amiga que acaba de se tornar mãe de uma menina, Para educar crianças feministas traz conselhos simples e precisos de como oferecer uma formação igualitária a todas as crianças, o que se inicia pela justa distribuição de tarefas entre pais e mães. E é por isso que este breve manifesto pode ser lido igualmente por homens e mulheres, pais de meninas e meninos. Partindo de sua experiência pessoal para mostrar o longo caminho que ainda temos a percorrer, Adichie oferece uma leitura essencial para quem deseja preparar seus filhos para o mundo contemporâneo e contribuir para uma sociedade mais justa.
"Todo mundo vai dar palpites, dizendo o que você deve fazer, mas o que importa é o que você quer, e não o que os outros querem que você queira."
"O trabalho de cuidar da casa e dos filhos não deveria ter gênero."
Assim como o livro anterior, esse traz uma narrativa leve e reflexiva acerca do feminismo. Por que é importante educar crianças de forma e visão feminista?
Depois do imenso sucesso que foi o primeiro livro "Sejamos todos feministas", a autora decidiu escrever "Para educar crianças feministas" depois de receber uma carta de uma amiga querida que estava grávida, pedindo conselhos para cuidar do seu futuro filho ou filha de maneira feminista.
"Ou se é ou não se é. Ou você acredita na plena igualdade entre homens e mulheres, ou não."
"Os estereótipos de gênero são tão profundamente incutidos em nós que é comum os seguirmos mesmo quando vão contra nossos verdadeiros desejos, nossas necessidades, nossa felicidade."
Gente, para tudo! Por que não li esse livro antes? Eu amei! Assim como o anterior, esse nos leva a refletir sobre diversas diferenças entre homens e mulheres, seja na área de trabalho, escolar ou até mesmo relacionamentos amorosos. Porém, o foco principal desse segundo livro é a importância da educação feminista desde a infância, tanto para os meninos quanto para as meninas. A ideia é que, daqui uns anos, o pensamento machista diminua e até mesmo acabe de vez.
É um livro incrível e rápido de ler. Indico para quem gosta de leituras curtas e reflexivas. Assim como o anterior, indico para pessoas de ambos os sexos (homens e mulheres), pois é um livro importante para a evolução do ser humano. Fica a dica aí!
SOBRE A AUTORA:
Chimamanda é uma escritora nigeriana, da etnia Igbo, conhecida por seus romances e contos. Nasceu em Enugu, mas cresceu na cidade universitária de Nsukka, no sudeste da Nigéria, onde se situa a Universidade da Nigéria. Seu pai era professor de Estatística na universidade, e sua mãe trabalhava como secretária no mesmo local. Quando completou dezenove anos, deixou a Nigéria e se mudou para os Estados Unidos da América. Depois de estudar na Universidade Drexel, na Filadélfia, Chimamanda se transferiu para a Universidade de Connecticut. Fez estudos de escrita criativa na Universidade Johns Hopkins de Baltimore, e mestrado de estudos africanos na Universidade Yale.
Seu primeiro romance, Purple Hibiscus (Hibisco roxo), foi publicado em 2003. O segundo romance, Half of a Yellow Sun (Meio sol amarelo), foi assim chamado em homenagem à bandeira da Biafra, e trata de antes e durante a guerra de Biafra. Foi publicado em 2006 e ganhou o Orange Prize para ficção em 2007.
E aí, gostaram da resenha? Já leram esse livro? Se sim, o que acharam? Bjos da Bya! 💋
Chimamanda é uma escritora nigeriana, da etnia Igbo, conhecida por seus romances e contos. Nasceu em Enugu, mas cresceu na cidade universitária de Nsukka, no sudeste da Nigéria, onde se situa a Universidade da Nigéria. Seu pai era professor de Estatística na universidade, e sua mãe trabalhava como secretária no mesmo local. Quando completou dezenove anos, deixou a Nigéria e se mudou para os Estados Unidos da América. Depois de estudar na Universidade Drexel, na Filadélfia, Chimamanda se transferiu para a Universidade de Connecticut. Fez estudos de escrita criativa na Universidade Johns Hopkins de Baltimore, e mestrado de estudos africanos na Universidade Yale.
Seu primeiro romance, Purple Hibiscus (Hibisco roxo), foi publicado em 2003. O segundo romance, Half of a Yellow Sun (Meio sol amarelo), foi assim chamado em homenagem à bandeira da Biafra, e trata de antes e durante a guerra de Biafra. Foi publicado em 2006 e ganhou o Orange Prize para ficção em 2007.
E aí, gostaram da resenha? Já leram esse livro? Se sim, o que acharam? Bjos da Bya! 💋







